O Grupo de Estudo de Vedanta (Gita Vichara) no Instituto Indiano de Yoga Vivekananda, sob a orientação da professora Gloria Arieira, do Vidya Mandir – Centro de Estudos de Vedanta e Sânscrito (RJ), e coordenação de Lina Angélica, com apoio de Cristiano Bezerra e Ved Arora, está realizando o estudo do texto Atmabodhah (O Conhecimento do Eu), de Sri Shankara (788-820 d.C.), através da audição de aulas gravadas nos Cursos Regulares do Vidya Mandir. Esses encontros são abertos ao público e realizados todos os sábados, das 17 às 19 horas (incluindo estudo e meditação), no Instituto Indiano de Yoga Vivekananda [Avenida Engenheiro Santana Junior, 136, Vicente Pinzón (esquina com a Rua Argemiro Carvalho - ver mapa abaixo), fones (85) 3087.9407 / 9607.7965]. A entrada é franca e todos podem participar a partir de qualquer momento.
Principal épico religioso da civilização indiana, o Mahabharata (“A Grande História dos Bharatas”, em tradução literal) narra a guerra ocorrida há mais de 5.000 anos entre Pandavas e Kauravas, duas famílias com laços de parentesco muito próximos, pela posse de um reino no norte da Índia. Os momentos que antecedem o confronto final, conhecido como Batalha de Kurukshetra, compõem o trecho mais famoso do poema, conhecido como Bhagavad Gita (“Canção do Divino Mestre”). No decorrer da narrativa são apresentadas lendas e personagens da mitologia hindu, noções filosóficas, como a busca da iluminação, o karma e o dharma, e a proposta ética de um correto modo de vida.
Por tratar-se de uma obra extensa, o filme será exibido em três momentos distintos, conforme os capítulos em que está divido, de 100 minutos cada um. O áudio é em inglês, com legendas em português. Durante a atividade serão oferecidos chás aos participantes.
Mahavatar Babaji, em seu primeiro encontro com Sri Yukteswar, disse que sentia vibrações de muitas almas sedentas de espiritualidade vindas até ele, como um dilúvio, vibrações muito distantes, provenientes da América e da Europa.
Percebendo santos em potenciais nesses lugares, esperando apenas serem despertados, Babaji comunicou a Sri Yukteswar que lhe enviaria mais tarde um discípulo para ser treinado com a meta de disseminar o Yoga pelo Ocidente.
Muito tempo depois, em 5 de janeiro de 1893, na cidade de Gokakhpur, no nordeste da Índia, próximo das cordilheiras do Himalaia, nascia Mukunda Lal Gosh, quarto filho de Bhagabati Charan Gosh e de Gurru Ghosh.
Já está disponível em Fortaleza, mas somente nas maiores e melhores bancas, a trigésima quinta edição, de dezembro de 2009, da revista Prana Yoga Journal. Caso você tenha dificuldade em encontrar essa revista nas bancas de Fortaleza, informe-se com o Distribuidor, Fernando Chinaglia, sobre onde encontrá-la: (85) 3253.1120 / 3253.1142 e www.chinaglia.com.br
“Mais uma revista fecha e, com ela, nós, da redação, observamos vários ciclos: um deles é o aniversário de 3 anos da Prana Yoga Journal. Boa parte da pequena equipe trabalha aqui desde o comecinho, então é um exercício sentir as mudanças, o desenvolvimento da revista e, como contraponto, a aquisição de alguns hábitos impensados ou a falta de atenção que pode acontecer, como quando já conhecemos bem as posturas de Yoga na prática.
O Yoga, esse complexo e profundo mapa do ser humano, dá-nos diversos indicativos de como chegarmos à nossa essência, ao Ser. De acordo com os Vedas, o Ser permeia tudo, é criador e criatura ao mesmo tempo. Em nós, indicam os Vedas, esse Ser, ou essa essência universal, reside no coração: “Dentro do coração, em uma pequena cavidade, repousa o Universo.” (Mahanarayana Upanishad).
Já está disponível em Fortaleza, mas somente nas maiores e melhores bancas, a trigésima oitava edição, de dezembro de 2009, da revista Revista dos Vegetarianos. Caso você tenha dificuldade em encontrar essa revista nas bancas de Fortaleza, informe-se com o Distribuidor, Fernando Chinaglia, sobre onde encontrá-la: (85) 3253.1120 / 3253.1142 e www.chinaglia.com.br
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Sempre fui uma pessoa que não se conforma facilmente com os fatos que envolvem injustiça, falta de caráter e, principalmente, acontecimentos que são desagradáveis para mim. Também sempre tive muita dificuldade em aceitar as pessoas como elas são, principalmente quando elas não são exatamente como eu gostaria que fossem. Sou uma pessoa comum, não diferente de todas as que julgam e tem aquela frase formada na ponta da língua: “na situação dele ou dela, EU faria de outra forma”.
Confesso que percebi, ao longo dos anos, que esse tipo de postura só fazia mal a mim mesma, afinal esse inconformismo produzia um sentimento de frustração muito grande que levava a um estado de raiva e não aceitação dos fatos.