18 de maio de 2011, quarta-feira
Entrevista com Robert Broughton
Cristina – Quais são as suas técnicas e métodos?
Robert – Essa questão “quais são as suas técnicas e métodos”, assim formulada, é compreensível, porque essa é a maneira que nós fomos condicionados desde crianças; a maneira como nós vivemos é mais conectada com fazer do que com ser. Então somos orientados para métodos e técnicas em relação a tudo. E a melhor coisa que uma técnica e um método podem fazer é dar uma experiência temporária do que está além da mente. Assim que você termina de praticar o método ou a técnica, a mente volta imediatamente. E essa maneira de viver orientada em métodos e técnicas tem a sua utilidade.
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15 de maio de 2011, domingo

» por Gloria Arieira
Ao entrar em contato com o vasto conhecimento dos Vedas, nos deparamos constantemente com a tentativa de marcar datas para a história da cultura e da população indiana, entender sua origem genética e determinar a antiguidade e, portanto, a originalidade do conteúdo dos Vedas.
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13 de maio de 2011, sexta-feira

O Grupo de Estudo de Vedanta (Gita Vichara) no Flor de Lótus Yoga & Ayurveda, sob a orientação da professora Gloria Arieira, do Vidya Mandir – Centro de Estudos de Vedanta e Sânscrito (RJ), e coordenação de Cristiano Bezerra, com apoio de Cacilda Patrício, está realizando o estudo do livro Tattva Bodhah (O Conhecimento da Verdade), de Adi Shankaracarya (788-820 d.C.), através de áudio-aulas gravadas nos Cursos Regulares do Vidya Mandir. Esses encontros são abertos ao público e realizados todas as sextas-feiras, das 19h às 20h30 (incluindo estudo e meditação), no Flor de Lótus Yoga & Ayurveda [Rua Carlos Vasconcelos, 919, Meireles (entre as ruas Costa Barros e Pereira Filgueiras, logo após o Dom Pastel da Costa Barros e por trás do prédio da Receita Federal), fones (85) 3268.1031 / 8807.1508]. A entrada é franca e todos podem participar a partir de qualquer momento.
Saiba mais sobre Vedanta.
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12 de maio de 2011, quinta-feira
» por Gloria Arieira
O homem é consciente de si mesmo, de um ser que é incompleto. Essa auto-apreciação é peculiar ao homem, visto que, sendo consciente, ele é também consciente das próprias imperfeições, o que dá origem ao descontentamento. Assim sendo, a vida de um dado indivíduo é governada por desejos, que estabelecem o fato dele não estar à vontade consigo mesmo.
Desejos diferem de indivíduo para indivíduo. Não existem duas pessoas com o mesmo grupo de desejos. Cada um cultiva desejos particulares ao ser influenciado pelo meio cultural e pelas condições de vida em que nasce e se desenvolve.
Desejos diferem não apenas de um indivíduo para outro, mas vão se modificando constantemente enquanto vivemos, segundo fatores como idade e posição social. Aquilo que desejamos hoje não é o mesmo que desejávamos na infância.
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12 de maio de 2011, quinta-feira
» por Gloria Arieira
Vedanta é uma tradição de ensinamento que leva cada um a descobrir que já é toda a felicidade que sempre buscou.
Objetivo da vida
O objetivo da vida é a felicidade. É o que todos buscamos. Mas, tentando ser felizes, encontramos sempre este problema que é o conflito. Os conflitos não podem ser evitados, pois o mundo é dual. Nós temos sempre diante de nós várias opções e precisamos fazer nossas escolhas, o que requer muito questionamento.
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12 de maio de 2011, quinta-feira
» por Gloria Arieira e Virginia Maffioletti
Ao nascermos, nos deparamos com um mundo cheio de nomes e formas que determinam os limites e as diferenças aparentes entre objetos. A cada instante vivemos inúmeras experiências de prazer e desprazer e aprendemos a interpretá-las a partir de conceitos, valores e significados, que assimilamos dos outros e do ambiente em que vivemos.
Impulsivamente buscamos realizar os nossos desejos, repetindo experiências de prazer, e assim nos dizemos felizes; ou tentamos evitar sensações de desconforto e desprazer, que nascem da impossibilidade de realizar nossos desejos, e então nos dizemos infelizes.
Esse refúgio no conforto implica num afastamento da realidade interna (sentimentos, sensações, etc) e externa, que são vividas como conflitantes, resultando numa percepção distorcida de nós mesmos e do mundo, ancorada numa série de tensões e resistências físicas e psíquicas.
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05 de maio de 2011, quinta-feira

O Yama e Niyama do Yoga Sutra de Patañjali,
de Matthew Vollmer (traduzido por Lucia Ehlers) – R$ 15,00
“Não temos que aprender a filosofia do Yoga, porque não é necessário conhecer teoria alguma para que o Yoga opere o seu efeito mágico em nós. Se praticarmos tão somente, nos tornaremos conscientes de que ele encerra mais do que meros movimentos físicos. Sentiremos crescente bem-estar e sensação de presença que deriva da nossa prática, independentemente do nosso conhecimento teórico.
Acredito que não deveríamos nos envolver na teoria, porque teoria não passa de teoria, e é somente através da experiência que realmente aprendemos e mudamos. Meu mestre, Sri K. Pattabhi Jois, é famoso por dizer que Ashtanga Yoga é “um porcento teoria e noventa e nove porcento prática”.
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