Entrevista com a aluna Aline Gadelha Félix
Entrevista com Aline Gadelha Félix, 23 anos, empresária:
DN Viva – 1. O que a levou a procurar aulas de Yoga dessa modalidade? Algum problema de saúde ou tinha em vista desenvolvimento espiritual?
Aline – Procurei o Ashtanga porque queria uma atividade que agregasse benefícios para o corpo e para mente. Estava querendo emagrecer e ganhar força física, mas também aumentar o poder de concentração e baixar a ansiedade e o stress.
DN Viva – 2. Há quanto tempo você pratica Yoga? Houve alguma interrupção na prática durante esse tempo?
Aline – Pratico Ashtanga há apenas 2 meses, mas já sinto os benefícios! Antes de praticar o Ashtanga, já tinha feito Swásthya Yoga há 2 anos atrás, mas era uma prática mais leve.
DN Viva – 3. Quais os progressos alcançados com a prática de Yoga – físicos, emocionais, mentais e espirituais?
Aline – Incrível como estou mais disposta no trabalho e menos estressada. Minha capacidade de concentração melhorou sensívelmente. Fisicamente, sinto que já não canso mais com tanta facilidade e minhas pernas e braços estão bem mais fortes. Quem sabe não fico com os braços da Madonna em 6 meses??!!
DN Viva – 4. Em termos de saúde, que benefícios vem obtendo com o Yoga?
Aline – A prática do Yoga foi um santo remédio pra minha insônia. Demorava horas pra dormir, depois de deitada, com luz apagada e olhos fechados… Gradativamente, tenho tido mais facilidade pra pegar no sono. E isso reflete no meu humor e na disposição do dia inteiro! Além disso, como o Ashtanga requer um trabalho muito forte das pernas, estou ganhando um melhor condicionamento nas coxas, o que ajuda a minimizar dores com um problema de joelho (tenho lesão em um ligamento de um joelho).
DN Viva – 5. Que sugestões você daria para quem deseja se iniciar no Yoga?
Aline – Primeiro procurar conhecer melhor o Yoga e suas diferentes variações, pra ver qual se adequa melhor a você. Sugiro também procurar um professor qualificado. O tempo de prática e de ensino do professor também são importantes e ajudam a reconhecer um bom profissional.
(Entrevista concedida í jornalista Rose Mary Bezerra, do caderno Viva do jornal Diário do Nordeste, de Fortaleza, CE, em dezembro de 2002.)
















