Canção Universal (1979, 2006)
Você lerá Canção Universal, se comovendo, mas, principalmente, ganhando uma nova visão sobre Deus, o mundo e você mesmo. Você não terminará a leitura desse livro sem se ter transformado, sem se sentir mais liberto, tranquilo, sadio, maduro e mais feliz.
Finalmente, Hermógenes é filósofo, místico, poeta, ou somente um irmão de todos, que escreve para todos os que sofrem, que buscam coerência e paz na vida, para todos que estão insatisfeitos com a brutalidade de nossa época? Ele é assim como um mergulhador que vai aos abismos da Sabedoria Universal e vem í tona, dando-nos alimento espiritual, jóias lindas, mas principalmente esperança e coragem para viver.
Canção Universal é lindo como um apanhado de flores campestres, luminoso como um Sol de verão e profundo como as raízes das maiores árvores.
Canção Universal é resposta ao aflito, apreensivo com o caos do mundo, com o desvario das almas arrastadas na maré crescente de dor e prazer, que em quase desespero buscam compreender. É resposta ao que ficou angustiado pela constatação de sua fragilidade, de seu vazio, de sua tediosa solidão. É resposta í quele que se sente frustrado com os valores, os status, os poderes e os prazeres que andou faturando.
Sua leitura enternece, pois é Canção.
Sua mensagem eleva, pois é Universal.
Ler apenas é pouco.
É pouco ler apenas uma vez. O livro é elaborado de tal forma que o leitor se torna um co-autor, pois cada frase é uma isca para pescar o pensamento, um desafio í reflexão; e cada página, um impacto na sensibilidade. Ninguém lerá Canção Universal sem participar, sem se deixar cativar, sem meditar, sem criar, sem optar, sem concluir.
O mundo precisa cantar uma canção que seja universal.















