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"Quando o Dharma é protegido, protege. Quando é destruído, destrói." (Mahabharata)
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Arquivos de posts do assunto 'paz':




12 de janeiro de 2012, quinta-feira

  A prece do bom administrador

Francisco de Assis (1182 - 1226)
» por José Hermógenes (1921-)

“Senhor,

Fazei de mim um instrumento de Vossa PAZ.
Onde houver ódio, que eu leve o AMOR.
Onde houver ofensa, que eu leve o PERDÃO.
Onde houver discórdia, que eu leve a UNIÃO.
Onde houver dúvida, que eu leve a FÉ.
Onde houver erro, que eu leve a VERDADE.
Onde houver desespero, que eu leve a ESPERANÇA.
Onde houver tristeza, que eu leve a ALEGRIA.
Onde houver trevas, que eu leve a LUZ.


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    07 de janeiro de 2012, sábado

      Deus investe em você

    Ganesh, Laksmi e Sarasvati
    » por José Hermógenes (1921-)

    Sabemos que investimento é a aplicação de recursos visando a uma renda. Só se investe quando se confia que se obterá lucro.

    Escolhe-se um investimento investigando três condições:

    a) rentabilidade;
    b) segurança;
    c) liquidez.

    Não há exagero em dizer que “Deus investe em você”.

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      29 de dezembro de 2011, quinta-feira

        Introdução do livro Deus investe em você

      www.ekadantayoga.com.br/deus-investe-em-voce-livro-de-jose-hermogenes
      » por José Hermógenes (1921-)

      Este livro é mais uma tentativa de estimular pensamento, reflexão e esforço que possam viabilizar a libertação d’Aquilo que, dentro de cada pessoa, cintila como faísca do Supremo Sol, mas que, envolto nos densos véus opacos de todas as manifestações do egoí­smo, é como se não existisse.

      Mas existe mesmo, pois é a própria Vida.

      Aprendi e tenho certeza: dentro de cada ser humano, o altar de Deus está iluminado pelo Amor, e é reino de pureza e luz, de liberdade e poder, de paz e perfeição.

      Sei – e você também sabe – que todo esse tesouro está como que enterrado, e sem vez. É como se não existisse.

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        24 de dezembro de 2011, sábado

          Introdução do livro O Presente

        Capa do livro O Presente
        » por José Hermógenes (1921-)

        Mestre,

        Antes, em nossa casa-paraíso, na Tua presença, nada nos faltava e nos inebriávamos com Tua luz, Tua paz, Teu poder, e nos sentíamos totalmente libertos, desfrutávamos a doçura da saúde plena e da bem-aventurança. Depois, seduzidos pela magia do mundo, partimos para um aventureiro auto-desterro, e, com isso, fomos tomados pela penúria espiritual, pelo vazio, pelo tédio, pela neurose, pelo pavor… Por conta própria, deixamos de ser Teus príncipes e, passado algum tempo, nos vimos “passando fome em país distante”, alimentando os porcos de um mau patrão.

        Compadecido de nossa miséria total, Te fizeste carne para, habitando entre nós, resgatar todos de nós que aceitassem Teu convite e Teu braço misericordioso para retornar ao Lar.


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          30 de setembro de 2011, sexta-feira

            Prefácio do livro A Senda do Yoga, de Maria Laura Garcia Packer

          » por José Hermógenes (1921-)
          Gil Packer, Hermógenes e Laura
          Será que conseguirei salvar o Yoga? – algumas vezes surpreendi-me agoniado, a fazer-me tão estranha pergunta. Agoniado, sim. Por que não? O Yoga me conduzira a uma cura espetacular que espantou acho que todos que acompanhavam o caso, incluindo o próprio médico que cuidava de mim e me aplicava o melhor da tecnologia médica dos anos 50. Em tempo recorde tive alta, contrariando os sombrios prognósticos cientí­ficos. Yoga, desde então, passou a ser-me a única ciência capaz de tornar o ser humano mais feliz, mais sadio, mais liberto, mais forte, mais sábio, mais capaz de passar a vida amando todos, servindo os aflitos, sempre a vencer, com a mente pura e alerta. Eu via, e continuo vendo, o Yoga como o melhor meio de trazer paz não somente a cada alma, mas à humanidade inteira.

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            21 de setembro de 2011, quarta-feira

              Idéias para uma relação entre o Yoga e o Ciclismo

            » por Goura Nataraj das (Jorge Brand)

            Goura Nataraj em sua bicicletaNão há dificuldade em percebermos que nossa sociedade moderna volta-se cada vez mais a um ideal oriental de paz e disposição para com a vida. O número de escolas de Yoga, de ashrams, de autores, professores e de estudos sérios sobre o assunto também aumenta e tende a crescer. Claro que falamos aqui em termos gerais, relativos, pois o mundo ocidental também vê crescer em si, ou melhor, re-crescer em si, ideais de alienação, separatismo, ódio e preconceito. Que outra oposição mais dí­spare e precisa poderíamos fazer, ao lembrarmos da figura de Gandhi, com sua tremenda força espiritual, que abnegava o uso da violência, e o atual “senhor-da-guerra”, Sr. Bush, que afirma trazer a luz da civilização para o lado escuro da humanidade, utilizando para isso a defesa de uma ideologia da violência aliada a uma propaganda de um falso dever moral?

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              21 de setembro de 2011, quarta-feira

                Bicicletas, ahimsa e a cultura do automóvel

              Ciclista em Mumbai» por Goura Nataraj das (Jorge Brand)

              Uma das mais importantes qualidades de um brahmana, de um yogi, é a capacidade de reconhecer em tudo o que existe, nas mais diversas e distintas manifestações de existência, a unidade de Brahman, o princípio único que subjaz em todos os fenômenos.

              Esse olhar singular, este re-conhecimento místico, aparece na Bhagavad Gita sob o termo sama-darshinah – visão equânime. O yogi possui uma visão de igualdade. Na diversidade quase infinita do mundo material, ele vê sempre Brahman, a divindade, a consciência suprema, por trás das formas sempre diferentes, sempre mutantes dos fenômenos.

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