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Arquivos de posts do assunto 'Krishna':




21 de setembro de 2011, quarta-feira

  Bicicletas, ahimsa e a cultura do automóvel

Ciclista em Mumbai» por Goura Nataraj das (Jorge Brand)

Uma das mais importantes qualidades de um brahmana, de um yogi, é a capacidade de reconhecer em tudo o que existe, nas mais diversas e distintas manifestações de existência, a unidade de Brahman, o princípio único que subjaz em todos os fenômenos.

Esse olhar singular, este re-conhecimento místico, aparece na Bhagavad Gita sob o termo sama-darshinah – visão equânime. O yogi possui uma visão de igualdade. Na diversidade quase infinita do mundo material, ele vê sempre Brahman, a divindade, a consciência suprema, por trás das formas sempre diferentes, sempre mutantes dos fenômenos.

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    25 de abril de 2011, segunda-feira

      A Bhagavad Gita e a guerra

    Arjuna e Krishna
    » por Svami Prabhavananda e Chistopher Isherwood

    Antes da batalha de Kurukshetra começar, Arjuna pede a Krishna para levar sua carruagem até o espaço aberto entre os dois exércitos, para que possa ver os homens com quem vai lutar. Quando Krishna chega lá, Arjuna reconhece muitos de seus parentes e velhos amigos entre as fileiras do inimigo. Fica horrorizado pela revelação de que está para matar aqueles a quem ama mais do que a si mesmo. Em seu desespero, exclama: “Não lutarei!”.

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      25 de abril de 2011, segunda-feira

        A Bhagavad Gita e a Filosofia Perene

      Arjuna e Krishna
      » por Aldous Huxley (1894 – 1963)

      Mais de vinte e cinco séculos passaram-se desde que a chamada Filosofia Perene (Sanathana Dharma) foi posta no papel; e, no curso desses séculos, encontrou expressão repetidamente, ora parcial, ora completa, ora nesta forma, ora naquela. No Vedanta e na profecia Hebraica, no Tao Te King e nos diálogos platônicos, no Evangelho segundo São João e na teologia Mahayana, em Plotinus e no Arcopagita, entre os sufis persas e os mí­sticos cristãos da Idade Média e da Renascença – a Filosofia Perene falou quase todas as lí­nguas da Ásia e da Europa e fez uso da terminologia e tradições de cada uma das religiões mais elevadas.

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        25 de abril de 2011, segunda-feira

          A história da Bhagavad Gita

        » por Roviralta Borrel (1856-1926)
        Arjuna e Krishna
        A epopéia Mahabharata, de que faz parte a Bhagavad Gita, foi compilada na forma atual entre os séculos V e I a.C., e se reporta à grande Índia de outrora, unificada polí­tica e culturalmente, estendendo-se do Himalaia ao cabo Camorim.

        Os Kurus (ou Kauravas) formavam um importante kula (clã) dessa época. Quando seu Rei Dhrtarastra, o Rei cego, envelheceu, decidiu ceder o trono, não a seu filho Duryodhana, mas ao primogênito de seu irmão Pandu (ou Pandava), Yudhisthira, pois Duryodhana, dado ao mal, não era digno de governar. Mas Duryodhana apoderou-se do trono através de intrigas e traições e tratou de tentar liquidar Yudhisthira e seus quatro irmãos.

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          25 de abril de 2011, segunda-feira

            Roviralta Borrel e a Bhagavad Gita

          Arjuna e Krishna» por Edmundo Cardillo

          Teósofo, médico, sociólogo e mestre de fitologia, o espanhol José Roviralta Borrel (1856-1926) foi um veterano dos estudos esotéricos, um dos cabeças do movimento teosófico, tendo sido, juntamente com Xifre e Montolin, o fundador da Sociedade Teosófica da Espanha, no ano de 1889.

          Profundo conhecedor da lí­ngua alemã, traduziu em prosa, para o seu idioma, o Fausto, de Goethe, considerado até hoje como um trabalho de grande envergadura e a melhor tradução que existe para o castelhano.

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            02 de março de 2011, quarta-feira

              Shivaratri, a noite de Shiva

            Shiva» por Gloria Arieira

            No Shivapurana é dito que, em todos os meses, a noite anterior ao dia da Lua Nova é dedicada a Shiva. Essa noite é chamada Shivaratri, a noite (ratri) de Shiva. Uma vez ao ano, no mês de fevereiro/março, chamado magha, há um dia e uma noite inteiros dedicados a Shiva, chamados Mahashivaratri. Esse dia é de orações, rituais, ascetismo e práticas espirituais. É quando novos sannyasis, renunciantes, são iniciados; pessoas que desse momento em diante se propõem a viver somente suas buscas espirituais. Na Índia, em todos os templos de Shiva, há uma grande comemoração nesse dia.

            Shiva, na trí­ade védica, é o Destruidor, Transformador, ao lado de Brahma, o Criador, e Vishnu, o Preservador.

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              10 de outubro de 2010, domingo

                Uma outra maneira de ver os chakras

              Chakras em um yogi

              » por Tales Nunes

              Sempre ouvimos que os chakras deveriam ser visualizados ou sentidos. Como não conseguimos vê-los ou senti-los em toda a complexidade que é apresentada pelo Tantra, propomos interpretá-los de uma maneira diferente. Sugerimos, neste artigo, apenas pensarmos sobre os chakras. Acreditamos que o caminho à iluminação proposto pela prática tântrica pode ser pensada como uma simbologia da nossa própria trajetória de vida e da nossa busca pessoal pela espiritualidade, ou melhor, pela liberação. De acordo com o Vedanta, independentemente de etnia, nacionalidade ou crença, são quatro as buscas dos seres humanos: artha (segurança), kama (prazer), dharma (o correto agir) e moksha (a libertação).

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